13/12/2013

"Fado Siqueira" ["Quadras soltas"] - por Nuno Siqueira

Publicado no Youtube, 14.06.2013

Canta: Nuno Siqueira

Guitarra portuguesa: Luís Ribeiro
Viola de fado: Jaime Martins
Viola baixo: Luís N´Gambi

Letra: António Botto / Música: Nuno Siqueira

Projecto MFT - Memória do Fado Tradicional
Local: Restaurante A Nini, Lisboa
(2013-06-13)


12/12/2013

«Se me deixares eu digo», poema de António Botto, cantado por Xícara


Publicado no Youtube, 30/08/2012

Poema de António Botto

Cantado por Xícara
«A ideia foi aliar a poesia portuguesa
à música de cariz tradicional que tão ricas são...
trazendo tudo isso para uma estética mais actual»
xicaramusic.com


O grupo:
Hélder Costa (viola braguesa, bandolim e cavaquinho)
Rui Ferreira (piano)
Carla Carvalho (Voz)
David Viegas (Baixo)
Nuno Cachada (guitarra clássica)
e Pedro Oliveira (percussão).

Disco integral c/ detalhe de capa. 1/4
2011





«O mais importante na vida», de António Botto, dito por por Manuela de Freitas [2]


Publicado no Youtube, a 14/10/2012

VIDEO-POEMA
«O mais importante», in Canções (1921) / Songs (1930)
Trad. para língua inglesa de Fernando Pessoa, in

Dito por Manuela de Freitas

in Poemas de Bibe - Manuela Freitas e Mário Viegas, 1990
Música: Bernardo Sassetti (1970-2012), "Inocência - Movimento I"

"Este vídeo é dedicado ao Léo (que surge na 2ª fotografia)." [no Youtube]


POEMA:

O mais importante na vida
É ser-se criador -- criar beleza.
Para isso,
É necessário pressenti-la
Aonde os nossos olhos não a virem.
Eu creio que sonhar o impossível
É como que ouvir a voz de alguma coisa
Que pede existência e que nos chama de longe.
Sim, o mais importante na vida
É ser-se criador.
E para o impossível
Só devemos caminhar de olhos fechados
Como a fé e como o amor.


«Não me chamem pelo nome», letra de António Boto, cantado por Mísia



Publicado no Youtube, 01/11/2010

Canta: Mísia

Poema: António Botto

Música: José António Amaral



Quem é que abraça o meu corpo
Na penumbra do meu leito?
Quem é que beija o meu rosto,
Quem é que morde o meu peito?

Quem é que fala da morte
Docemente ao meu ouvido?
- És tu, senhor dos meus olhos
E sempre no meu sentido.

A tudo quanto me pedes
Porque obedeço, não sei:
Quiseste que eu cantasse
Pus-me a cantar e chorei.

Não me peças mais canções
Porque a cantar vou sofrendo;
Sou como as velas do altar
que dão luz e vão morrendo.

Não me chamem pelo nome
que me deram ao nascer;
Sou como a folha caída
que não chegou a viver.

Meus olhos que por alguém
deram lágrimas sem fim,
Já não choram por ninguém
- Basta que chorem por mim.

O que é que a fonte murmura?
O que é que a fonte dirá?
- Ai, amor, se houver ventura,
Não me digas onde está.

De "As cartas devolvidas" de António Botto - texto declamado por Luís Gaspar


Publicado no Youtube, 08/06/2009

Poema declamado por Luís Gaspar
(www.estudioraposa.com), 
conforme apresentado no Miradouro de Poesia 
existente no Espaço da Presidência da República no Second Life.


«Canção», de António Botto, cantada por Paulo Moreira


Publicado no Youtube, 26/02/2013

"Canção", poema de António Botto musicado e interpretado por Paulo Moreira.

Fotos: Nélio Filipe, Rui Aires e outros.

«Meus olhos que por alguém», de António Botto - fado amora, cantado por Teresa Silva Carvalho

Publicado no Youtube, 21/04/2011
«Meus olhos que por alguém», de António Botto (Fado amora)
Cantado por Teresa Silva Carvalho
acompanhada por: 
José Paracana
J. Fontes Rocha
Francisco Peres
José Carlos da Maia