13/12/2013

Fado-canção [letra de António Boto] cantado por João Braga (1995)


Publicado no Youtube, 14.08.2011

Fado-canção, cantado por João Braga

Letra: António Boto


In João Braga & amigos - Fados no Parque
Ao vivo no Parque de Palmela - Cascais, 1995


"Meu Amor Pequenino..." - histórias de António Boto contadas por Shila

Capa original do disco (detalhe)

Publicado no Youtube, 01.03.2012

"Meu Amor Pequenino", Disco Single, 1981

Neste disco "a Shila conta histórias lindas de António Botto".


«Conto do Rei da Noite»
Narradores: Sérgio Godinho e Shila; 
a personagem Gato: Mário Viegas.

«A canção do País da Vontade»
história cantada por Shila.

Letras/textos de António Botto e música de Shila,
com direcção musical de Luis Caldeira.
João Paulo Esteves da Silva ao piano e órgão.
Luis Caldeira e Tomás Pimentel nos sopros.
Zé Carrapa na viola e cavaquinho.
Zé Martins na bateria, percussão e vibrafone.
Luis Duarte no baixo.


O meu amor pequenino: contos para crianças 
– Capa e ilustrações de Fred Kradolfer 
– Porto: Livraria Lello / Lisboa: Aillaud e Lellos, 1934.

Pedro Moutinho canta «Meu Amor na Despedida» de António Boto


Publicado no Youtube, 10.03.2008

«Gosto imenso da maneira suave com que o Pedro canta
este fado num Poema de António Botto.
Este Jovem Fadista, tem trazido para o Fado
 um ar de muita frescura e de muito bom gosto,
os arranjos musicais são excelentes. 
Bom disco do mano mais novo dos Moutinhos. Parabéns!»
Américo Pereira (no Youtube)


"Fado Siqueira" ["Quadras soltas"] - por Nuno Siqueira

Publicado no Youtube, 14.06.2013

Canta: Nuno Siqueira

Guitarra portuguesa: Luís Ribeiro
Viola de fado: Jaime Martins
Viola baixo: Luís N´Gambi

Letra: António Botto / Música: Nuno Siqueira

Projecto MFT - Memória do Fado Tradicional
Local: Restaurante A Nini, Lisboa
(2013-06-13)


12/12/2013

«Se me deixares eu digo», poema de António Botto, cantado por Xícara


Publicado no Youtube, 30/08/2012

Poema de António Botto

Cantado por Xícara
«A ideia foi aliar a poesia portuguesa
à música de cariz tradicional que tão ricas são...
trazendo tudo isso para uma estética mais actual»
xicaramusic.com


O grupo:
Hélder Costa (viola braguesa, bandolim e cavaquinho)
Rui Ferreira (piano)
Carla Carvalho (Voz)
David Viegas (Baixo)
Nuno Cachada (guitarra clássica)
e Pedro Oliveira (percussão).

Disco integral c/ detalhe de capa. 1/4
2011





«O mais importante na vida», de António Botto, dito por por Manuela de Freitas [2]


Publicado no Youtube, a 14/10/2012

VIDEO-POEMA
«O mais importante», in Canções (1921) / Songs (1930)
Trad. para língua inglesa de Fernando Pessoa, in

Dito por Manuela de Freitas

in Poemas de Bibe - Manuela Freitas e Mário Viegas, 1990
Música: Bernardo Sassetti (1970-2012), "Inocência - Movimento I"

"Este vídeo é dedicado ao Léo (que surge na 2ª fotografia)." [no Youtube]


POEMA:

O mais importante na vida
É ser-se criador -- criar beleza.
Para isso,
É necessário pressenti-la
Aonde os nossos olhos não a virem.
Eu creio que sonhar o impossível
É como que ouvir a voz de alguma coisa
Que pede existência e que nos chama de longe.
Sim, o mais importante na vida
É ser-se criador.
E para o impossível
Só devemos caminhar de olhos fechados
Como a fé e como o amor.


«Não me chamem pelo nome», letra de António Boto, cantado por Mísia



Publicado no Youtube, 01/11/2010

Canta: Mísia

Poema: António Botto

Música: José António Amaral



Quem é que abraça o meu corpo
Na penumbra do meu leito?
Quem é que beija o meu rosto,
Quem é que morde o meu peito?

Quem é que fala da morte
Docemente ao meu ouvido?
- És tu, senhor dos meus olhos
E sempre no meu sentido.

A tudo quanto me pedes
Porque obedeço, não sei:
Quiseste que eu cantasse
Pus-me a cantar e chorei.

Não me peças mais canções
Porque a cantar vou sofrendo;
Sou como as velas do altar
que dão luz e vão morrendo.

Não me chamem pelo nome
que me deram ao nascer;
Sou como a folha caída
que não chegou a viver.

Meus olhos que por alguém
deram lágrimas sem fim,
Já não choram por ninguém
- Basta que chorem por mim.

O que é que a fonte murmura?
O que é que a fonte dirá?
- Ai, amor, se houver ventura,
Não me digas onde está.