O olhar de Antonio Banderas
Sou como as tardes de Outono,
— Beleza cheia de morte!
Tem cuidado, meu amante,
Meu constante bem-amado;
Não olhes tanto os meus olhos,
Não beijes tanto o meu rosto…
Sou como as tardes de Outono,
— Cheias de sol-posto.
António Boto
Versão única [não conheço outras edições] do poema em: «IV» de Canções do sul, Lisboa: s.n., 1920.
